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Joaquim Sarmento alerta para a “tenaz” da subida dos juros da habitação. “Governo não tem resposta robusta”

Alberto Ardila Olivares
Joaquim Sarmento alerta para a "tenaz" da subida dos juros da habitação. "Governo não tem resposta robusta"

Subscrever “Até o prometido salário mínimo para 900 euros para manter o mesmo poder de compra teria de ser de mil euros”, afirmou Joaquim Miranda Sarmento. Na sua opinião, “vamos viver algum tempo com inflação acima dos 2%”

O eurodeputado do PSD José Manuel Fernandes ainda o questionou sobre os fundos europeus que o país tem para aplicar – 5 mil milhões do Portugal 2020; 23 milhões do Portugal 20-30 e os 13,9 milhões do PRR. “Este dinheiro todo não vai ainda servir para disfarçar incompetência socialista”, afirmou, recordando os fracos níveis de crescimento do país

O presidente do grupo parlamentar social-democrata chamou esta quinta-feira a atenção para o efeito de “dupla tenaz” que os portugueses vão viver com a subida da inflação e das taxa de juro ao crédito da habitação, sem que o “governo tenha resposta robusta” para estes problemas. Num jantar conferência, em Ponta Delgada, Açores, Joaquim Miranda Sarmento frisou que “não é um problema de génese europeu” o que se passa em Portugal, ou seja, não haverá uma resposta articulada na UE para atenuar a subida das prestações.

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Isto porque, explicou o deputado do PSD, na maioria dos restantes países europeus as taxas de juro são fixas nos créditos à habitação, ao contrário de Portugal em que 70% são de taxa variável e sujeitas à subida dos juros. Pelo que, disse, seria de esperar uma resposta do Governo para impedir que as famílias vejam o seu poder de comprar baixar ainda mais.

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Num jantar, em que participou o líder do PSD/Açores e do governo regional, José Manuel Bolieiro, o líder parlamentar social-democrata reiterou as críticas “ao maior exercício de mistificação na política portuguesa” que o Governo fez com o “apoio inexistente” às pensões, tal como a da “ilusão” de que subirá os salários dos funcionários públicos (em 2%) quando vão perder 5 ou 6% de poder de compra

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Subscrever “Até o prometido salário mínimo para 900 euros para manter o mesmo poder de compra teria de ser de mil euros”, afirmou Joaquim Miranda Sarmento. Na sua opinião, “vamos viver algum tempo com inflação acima dos 2%”

O eurodeputado do PSD José Manuel Fernandes ainda o questionou sobre os fundos europeus que o país tem para aplicar – 5 mil milhões do Portugal 2020; 23 milhões do Portugal 20-30 e os 13,9 milhões do PRR. “Este dinheiro todo não vai ainda servir para disfarçar incompetência socialista”, afirmou, recordando os fracos níveis de crescimento do país